Blog da Zero

Nossa visão de mundo, as novidades e inspirações que encontramos por aí, novos conceitos, por onde andamos, o que temos lido, os trabalhos, nossos clientes, tecnologia, o cotidiano e dicas supimpas. O Blog da Zero é a nossa cara, são os nossos sentimentos, nas palavras de todas as pessoas que fazem parte desse coletivo digital. Quer nos conhecer melhor? Não poderia existir outro (não) lugar pra isso. =)

Ilustranoticias

Não basta apenas vender (para vender)

9/05/12 1:32 PM

Construir uma marca, promover um bom relacionamento, oferecer qualidade no serviço prestado ou na qualidade de produto, indicações de amigos e parentes – entre outras coisas – também fazem parte do processo de venda. Ninguém mais compra algo apenas pelo discurso encantador do vendedor.

Quantas vezes você chegou em uma loja determinado a levar apenas um produto que alguém usou e indicou ou cuja qualidade você já conhecia e o vendedor tentou te empurrar outra coisa, dizendo que era melhor ou que fazia o mesmo efeito?

A Nike, no México, criou um aplicativo de Social Commerce no Facebook, em que as pessoas compram seus tênis num leilão de kilômetros. Vence o leilão a pessoa que correr mais.

Mas como assim correr mais? Isso mesmo, correr mais. Através de um aplicativo para smartphone, a pessoa faz seu login e começa sua corrida com seu Nike. Quem correr mais leva o tênis novo, provando a qualidade de seus produtos.

Screenshot do aplicativo de social commerce da Nike no Facebok

Assista o vídeo conceitual do aplicativo.

Fonte: Social Commerce Today.

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Sobre o autor:

Seu (péssimo) repertório de piadas é amplo, muito amplo. Tortura diariamente a equipe com elas e seu gênero musical favorito, o emocore. Atencioso, simpático, generoso e sempre pronto a aprender, esse (quase) publicitário é nosso planner, mas pinta e borda, ou melhor, vai da edição de imagens a ajustes no html, caso necessário. Tem um defeito imperdoável: não suporta que mexam na sua caneca de café.

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Eu, eu mesma e meus 26.000 amiguinhos

7/05/12 2:23 PM

Twitter é meu caso de amor e ódio. Não é segredo para ninguém que o adoro, que se pudesse, passaria 24 horas por dia conectada nesta rede de loucos, santos, depressivos, kamikazes e heróis. Procuro tratar bem os meus amiguinhos e não deixar ninguém sem respostas, mesmo que essa pessoa fale um mandarim com gírias. Sim, com a ajuda do Google Translate, leio até mesmo mandarim.

Tento não entrar em brigas, nem usar #hashtags com muitas polêmicas, mas tenho minhas opiniões e às vezes, finco o pé naquilo em que acredito e defendo.

Procuro postar de tudo um pouco: sobre noticias de tecnologia, coisinhas nerds e geeks, frases, besteiras e falo sobre minha vida pessoal, mas não muito (sou rica). Óbvio que quando vou a um show tipo Paul McCartney, aí floodo a timelinda e a quem não gostou, o unfollow é serventia da casa. Recebo muitas DMs pedindo coisas absurdas, algumas engraçadas, e fico muito feliz quando um(a) querido(a) me manda recadinhos carinhosos. Só os lindos(as).

O Twitter faz parte da minha vida há 3 anos e 4 meses. Lembro como se fosse hoje o dia em que criei a conta: foi no dia em que minha sobrinha Maria nasceu, no dia em que bati o carro num turista que me cortou a frente (ele pagou tudo), dia em que estava indo no centro fazer a mega-sena que quase, mas quase ganhei (se não fosse o “quase”).

O mais importante foram os amigos que ganhei nesta rede social, pessoas que entraram na minha vida e estão ai até hoje, fazem parte do meu dia-a-dia, amigos queridos e tenho certeza que eternos. Existiram pessoas que de repente, se despreenderam da minha teia, seguiram outras pessoas, que seguiram outros, e não sei, só sei que foi assim

Já sofri críticas construtivas e destrutivas (quando essas acontecem, conto até 10 antes de reponder um reply, porque depois de postado não tem como voltar atrás). Faço parte de muitas redes socias, mas a que olho primeiro quando acordo é o Twitter, as outras eu passo na corrida, mas no Twitter eu fico perdida por horas, querendo saber tudo. Eu queria ter mais tempo para conversar mais com os seguidores, de retweetar coisas que passam batidas e acabo não vendo. Eu sou stalker também, é importante para me deixar por dentro de tudo que se passa com as pessoas queridas.

Tenho seguidores de muitos países, alguns muitos importantes e fico me perguntado: por que será que essa figura me segue? E aí digo pra mim mesma: É o meu jeitinho! Sobre o meu nickname (@sininho115), sempre tem alguém querendo saber o motivo, e sempre explico que sininho é um apelido antigo (mentira, é porque sou fada), e 115 é o número da minha casa.

O que vocês não sabem é que enquanto faço este post, estou ali, dando uma espiadinha na timelinda também. Sim o Twitter é realmente um caso de amor e ódio, já pensei em abandonar várias vezes, pois já atrapalhou algumas coisinhas, mas já me deu tantas alegrias também. Por isso continuo.

Já fiz parcerias que não deram certo e outras que deram super certo. É uma vida digital que se mistura com a vida real, e as duas juntas se completam. Ainda têm muitas pessoas que eu queria conhecer pessoalmente, pessoas que nunca vi na vida, mas fazem parte do meu dia a dia. Quem sabe um dia né?

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Sobre o autor:

Essa fada roqueira de 1,54m tem sua força e competência inversamente proporcionais à sua altura. Responsável e rigorosa, administra nosso coletivo sem deixar de lado o coração quando se trata de cuidar dessa equipe distraída de "cabeças de vento". Viciada em redes sociais, apaixonada por seus 26 mil amiguinhos do Twitter, ela faz o melhor café do mundo.

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Casa nova, cara nova

4/05/12 5:42 PM

Mudamos! Mudamos a casa e, com isso, mudar a aparência também foi necessário. Renovar ares, renovar visões, compartilhar novas descobertas e ampliar nossas competências.

Nos despedimos da esquina colorida e charmosa na Lagoa, nos despedimos do famoso sofá vermelho, nos despedimos – um “até breve” – de pessoas muito especiais… mudanças acompanhadas de evoluções, acompanhadas de novidades, mudanças e recomeços.

Nosso novo site está no ar! Destacando o trabalho e o carinho do @tiagomx no planejamento, do @fabiodudas no design, do @gasaki no desenvolvimento, do @Becher no apoio e de toda a equipe, que será conhecida bem de pertinho na casa nova, que trabalhou com dedicação, afeto e tesão nos últimos dias, cuidando de cada detalhe, cada letrinha e cada pixel, para que a nova casa tivesse realmente a nossa nova cara.

Alexandre Santos e Silva, aka @trektrek, nosso diretor executivo, tem uma historinha pra contar:

Durante quase 03 anos, nos apresentamos para o mercado com a mesma identidade visual. Não que a nossa identidade tenha mudado, ela amadureceu. Com a passagem de tantos amigos e colegas por essa empresa marota, é impossível não dizer que somamos e multiplicamos muito mais do que subtraímos de nossas ideias originais. É necessário dizer que dividimos sim, muito tempo, espaço, emoções e muito, mas muito aprendizado mesmo.

Com a mudança de nossa casa física (pois é, nos separamos de nossa casinha amarela) veio a necessidade de mudar também nossa casa virtual e acrescentar a ela uma pitadinha de cada um dos personagens que fizeram e fazem da Zerotrack esse caldeirão de competências e culturas. Cumprimos com todas as etapas que executamos para nossos clientes e o resultado foi a busca entre a função e a estética. Foi divertido para todos nós nos reinventarmos outra vez. Nosso dia a dia é pesquisar, mixar e reinventar, então o resultado não poderia ser mais gratificante.

Continuamos irreverentes, punks e mais metódicos que nunca. Esperamos que gostem do resultado.

A Zerotrack Coletivo Digital é uma vibrante agência web de criação e planejamento digital, com pessoas apaixonadas e especializada no desenvolvimento e gerenciamento de projetos que utilizam a internet e seus recursos como meios para criar as melhores soluções para o seu negócio.

Vem dar um passeio pela nova casa com a gente.

E, claro, apareça sempre para aquele intocável café.

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Sobre o autor:

Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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Pra encerrar a semana: Holi

20/04/12 5:37 PM

Holi from Variable on Vimeo.

O mundo é fascinante. Pessoas e culturas são inspiradoras. Infelizmente, vivemos em um ritmo tão acelerado que acabamos não percebendo o que existe ao nosso redor. A We Are Variable produziu esse filme para nos ajudar na apreciação e o conhecimento acerca da beleza das pessoas e da cultura do mundo.

Eles nos convidam para observar mais. Então, sigamos essa dica: na próxima vez que notarmos algo interessante, paramos por um segundo e contemplamos. E se possível, fotografamos e filmamos também. Assim, enchemos o mundo de registros da sua própria beleza extraordinária.

Um ótimo e inspirador final de semana.

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Sobre o autor:

Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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Serendipity, uma breve história

19/04/12 2:37 PM

Serendipity é uma palavra criada pelo escritor britânico Horace Walpole, em 1754, a partir do conto persa infantil Os três príncipes de Serendip, que conta as aventuras de três príncipes do Ceilão (hoje Sri Lanka) que viviam fazendo descobertas inesperadas, cujos resultados eles não estavam procurando. Graças à sua capacidade de observação e sagacidade, descobriam “acidentalmente” a solução para dilemas impensados. Esta característica tornava-os especiais e importantes, não apenas por terem um dom especial, mas por terem a mente aberta para as múltiplas possibilidades.

A história é plena de casos que podem ser classificados como serendipidade (anglicismo). Hoje, o conceito é considerado uma forma especial de criatividade e técnica, aliando perseverança, inteligência e senso de observação.

Inspiração

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Sobre o autor:

Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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Saul Singer: O que podemos aprender com as start-ups de Israel?

18/04/12 11:17 AM

 

O Insper realiza na próxima segunda-feira, 23 de abril, em parceria com a Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria, o seminário internacional com Saul Singer, coautor do best seller “Start-Up Nation: The Story of Israel’s Economic Miracle”. No evento serão debatidas as inovações das empresas de Israel, região que se transformou em um país de start-ups, e como essa gestão pode ser abraçada por outros países, incluindo o Brasil.

Debatedores

Saul Singer, atual editor e colunista do Jerusalem Post e Senior Fellow do Israel Democracy Institute em Jerusalem. Faz parte do conselho de um grupo de fundos israelita chamado Vintage Investment Partners e da ONG Tevel B’Tsedek, que atua no Nepal e Haiti.

Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo (CEMP) do Insper. É mentor da Endeavor e da Artemísia, vice-presidente da Amcham no comitê Business in Growth (BIG) e membro do conselho consultivo da Anjos do Brasil. É colunista do jornal Brasil Econômico e da Harvard Business Review Brasil.

Juliano Seabra, Diretor de Educação e Cultura Empreendedora da Endeavor. Possui dez anos de experiência em projetos de educação empreendedora em instituições como o Senac São Paulo, a BSP e a Endeavor.

David Cohen, Diretor do Grupo Negócios da Editora Globo (Época Negócios e PEGN). Foi editor executivo e redator-chefe da Época e trabalhou na Editora Abril onde foi editor executivo da Exame e passou pela Playboy. Trabalhou também no Jornal da Tarde e na Folha de S. Paulo.

Serviço

Quando: 23 de abril
Onde: Auditório Steffi e Max Perlman – Campus Insper (Rua Quatá, 300, Vila Olímpia – SP)
Horário: 9h às 11h

Para mais informações, consulte a página do evento.

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Sobre o autor:

Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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Here Be Dragons

12/04/12 10:15 AM

Legal a história de sucesso de Mark Shutleworth, o africano que fundou a Thawte, primeira empresa a fornecer serviços de criptografia do mundo, e que mais tarde tornou-se milionário ao vendê-la para a Verisign americana.

Mark se tornou o primeiro civil a fazer uma viagem espacial e criou a Canonical, desenvolvedora da Distribuição Linux mais famosa atualmente, a africana Ubuntu.

Ufa, além de tudo o que já fez, ele ainda montou uma empresa de capital aberto chamada HBD.

Até aí tudo bem, mas o que me chamou atenção foi o significado da sigla : Here Be Dragons. Explica Mark que nos primórdios da cartografia, áreas desconhecidas eram marcadas com desenhos de serpentes marinhas ou com a inscrição “Aqui Há Dragões”.

Interessante o fato de que o que era uma simbologia virava uma verdade aos olhos mais supersticiosos. Quantas vezes, ainda hoje, não encontramos situações semelhantes?

Percamos o medo do desconhecido, das serpentes e dos dragões, não tenhamos medo de alçar vôos cada vez mais altos. Essa é a lição de um cidadão que saiu do interior da África e ganhou o mundo.

Curiosamente, descobri posteriormente diversas referências sobre o termo “Here Be Dragons”  na literatura, em filmes e até um vídeo mega-bacana de 40 minutos de introdução sobre o pensamento crítico. Vale a pena assisti-lo. Clique no CC na barra do vídeo e escolha Português Brasil para assisti-lo legendado:

E aí, vamos caçar dragões hoje?

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Sobre o autor:

Um diretor executivo tagarela, professor de TI, apaixonado por ensinar e trocar experiências. Web developer, guitarrista, fã de filosofia, Star Trek, tecnologia, Beatles, cinema e seriados, praticante de ioga, pai (babão, mas jura que é durão) de dois filhos e marido apaixonado, @trektrek se emociona fácil e ostenta sempre um sorriso no rosto. Gerencia a equipe com sensibilidade, respeito e sensatez.

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Manifesto: Só a leitura salva

9/04/12 5:37 PM

A vida é mais bonita quando a gente lê e compartilhar nossas leituras é praticamente um esporte. Agora, imagine que bacana se incentivarmos pessoas que não costumam ler – ou mesmo aquelas que não gostam – a darem uma outra chance para esse universo de conhecimentos, emoções e experiências?

A proposta de um grupo de arautos leitores criativos é justamente essa: promover a leitura de uma forma diferente, divertida e visível. O manifesto, produzido pela Pele de Cordeiro, merece nossa salva de palmas.

Para iniciar bem a semana ;)

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Sobre o autor:

Herói de circo mexicano.

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A estética das ruas, por Christian Andersen

4/04/12 6:52 PM

Christian Andersen, gênio criativo multiplataformas, produziu dois vídeos sensacionais sobre a estética das ruas das grandes metrópoles New York e Berlim. Com sua câmera (uma Canon EOS 550D) nas mãos, ele caminhou pelas ruas dessas cidades, capturando suas culturas e estéticas cotidianas.

The Street Aesthetic of New York City from Christian Andersen on Vimeo.

The Street Aesthetic of Berlin from Christian Andersen on Vimeo.

Que vontade de sair caminhando com esse olhar por aí, observando os movimentos, luzes, sons e pessoas da cidade. Inspirador.

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Sobre o autor:

Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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FLAWSOME, uma brevíssima reflexão

28/02/12 10:10 AM

O termo que combina “flaw” e “awesome”, em português “defeito” e “fantástico”, é o tema do briefing do mês da trendwatching, e refere-se às marcas que mostram empatia, generosidade, humildade, flexibilidade, maturidade, humor, caráter e humanidade. Com atenção especial a esta última qualidade.

Lembro quando comecei a trabalhar com mídias sociais (e isso é bem recente), que assumir um erro para o seu público era um sinal imperdoável de fraqueza da marca e que isso feria sua assertividade. Com certa rebeldia, algumas vezes foi exatamente essa a postura tomada em nome dos clientes no gerenciamento de alguma crise. E com essa postura, sempre tive os melhores retornos de clientes, seguidores e fãs. E assim forjei minha identidade como analista de mídias sociais aqui na @zerotrack. E com essa identidade, nossos clientes perceberam que a humanização da sua marca era a primeira das qualidades ao planejar sua persona.

Lembra desse vídeo? Circulou há menos de um ano. Pois esse futuro já chegou.

Transparência, humanidade e bom humor tornam a conversação diária uma verdadeira catarse. Isso é incrível! FLAWSOME não é um conceito inédito, mas é sempre bom vê-lo ser tema do papo.

Recomendo mesmo a leitura do briefing.

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Rabugenta, conversa sozinha, xinga o computador e canta alto no escritório. A moça formou-se em história e fez mestrado em ciências sociais, mas descobriu-se apaixonada pelas redes sociais, a curadoria e a produção de conteúdo. Atualmente encontra-se dividida entre múltiplas paixões, mas anda pendendo pra coolhunting. Leitora apaixonada, vive de música, sorrisos, afetos e abraços.

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